Felca ataca novamente!? Polícia prende suspeito de promover “bailes funk” no Roblox

Investigação aponta exposição de menores a conteúdo sexual e apologia ao crime dentro da plataforma.

Por: Anderson Schulz Fonte: G1
02/03/2026 às 14h00
Felca ataca novamente!? Polícia prende suspeito de promover “bailes funk” no Roblox

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, neste sábado (28), um homem suspeito de organizar “bailes funk” dentro de salas virtuais do Roblox, plataforma popular entre crianças e adolescentes. A ação ocorreu em Duque de Caxias, na comunidade do Vai Quem Quer.

Segundo as autoridades, os ambientes virtuais promoviam conteúdos considerados impróprios para menores, incluindo referências a drogas, armas e exaltação a facções criminosas.

O que foi encontrado nas investigações?

De acordo com a polícia:

  • As salas simulavam bailes com temática ligada ao crime organizado

  • Havia menções a homicídios de policiais e roubos de veículos

  • Usuários tinham acesso a interações que envolviam armas e drogas virtuais

  • Existia a prática de “jobs”, termo associado a prostituição virtual

Ao todo, dois suspeitos foram identificados como responsáveis pelos ambientes. Um deles foi preso e o outro é alvo de mandados de busca e apreensão. O material recolhido passará por perícia.

Como o caso começou

As investigações tiveram início em janeiro, após denúncias sobre a existência desses “bailes” dentro da plataforma online.

A polícia reforçou que, apesar de o ambiente ser virtual, as condutas podem configurar crimes reais, especialmente quando envolvem menores e apologia a atividades ilícitas.

Alerta às famílias

Em nota, a Polícia Civil destacou a importância da supervisão parental:

A internet não é um ambiente totalmente seguro para crianças e adolescentes sem acompanhamento. Pais devem acompanhar conversas, amizades e os ambientes digitais frequentados pelos filhos.

O caso reacende o debate sobre moderação de conteúdo, responsabilidade das plataformas e limites da liberdade criativa em espaços digitais frequentados por menores.

Você acha que as plataformas estão fazendo o suficiente para proteger o público infantil? Como os pais podem agir de forma mais ativa nesse cenário?

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